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coitadinhodocrocodilo



Sexta-feira, 20.09.13

A maldição do cão

Tenho um cão e gosto de cães, mas isso não quer dizer que os adore a todos. É assim como ter criancinhas e gostar muito de todas. Não! São sujas e barulhentas. Não gosto de todas, gosto das minhas e pouco mais.

Recentemente, descobri que os meus filhos não encaram o nosso cão como um dos muitos cães que existem por aí. Tinha eu acabado de chegar a um parque infantil, para mais uma tarde de roçar o rabo nos escorregas, quando um cão fez mira no Duarte e atirou-se a ele. Sem testemunhas, sem demoras, sem cerimónias. Consegui gritar para ficar quieto. Ficou. Quando corri para o acalmar, cometi o maior erro dos últimos meses: larguei a mão do pequenito. Quatro passos depois, parei e voltei-me. O Miguel gritava por ter um cão a ladrar e rosnar mesmo na sua cara.

Lição nº 1: nunca se larga um filho para ir acudir outro. Nunca. Não aconteceu nada de especial, se não considerarmos especial o facto de terem ficado a odiar cães. Excepção feita para o nosso.

Não muito tempo depois, o próprio Sansão foi abocanhado, achincalhado e quase engolido por um cão, como se fosse um gato. Assim, sem testemunhas, sem demoras, sem cerimónias. Pontos, antibióticos, analgésicos e um grande susto para todos.

Cá em casa, a pequenada passou a ver o Sansão como um gato especial. E eles adoram gatos. Creio que já nem o cão se sente como um cão.

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por coitadinhodocrocodilo às 13:40



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